Segunda-feira, 3 de Janeiro de 2011

Again, sorry

Até pode ser apelidado de drama mas nestas alturas há mesmo a necessidade de expor alguns sentimentos, como sempre.

Eu não entendo as pessoas e muito menos a mim mesma. Eu sou a pessoa que eu menos entendo. Especialmente com as atitudes que tenho, que nem sequer os amigos sei animar. Desiludo. E muito. Mas não tenho essa intenção. Sinto-me mal, horrível. Não tento culpar as pessoas pelo meu estado porque sou eu quem o provoca. Sentir que desiludimos alguém é a pior coisa do mundo.

 

Por favor, eu faço um esforço. Ninguém sabe o medo que tenho de perder os meus amigos. É tanto. Dado a porcaria que faço, fico com cada vez mais medo. E eu não quero. Não me quero afastar. Só posso pedir desculpa. Uma, duas, mil vezes.

 

Mais uma vez, não me importa se estou a ser dramática. Não quero passar a imagem de egoísta, mas sim o contrário. E quero que me ajudem a ajudar. Eu nunca me deixo de procupar, nunca.

 

E lamento. Lamento tudo. Todos temos problemas, eu sei. Por isto tudo, lamento.

 

Eu amo os meus amigos, demasiado. Todas a gente, amigos e familia, precisa de mim. Preciso de tempo para todos.

 

Peço desculpa por desiludir.

Muita mesmo.

publicado por Mintae às 22:55
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Quarta-feira, 22 de Dezembro de 2010

Mensagem de Natal

Como já tenho vindo a dizer, nem eu nem a minha família comemoramos esta época festiva. No entanto, acaba por me atingir. Talvez duma maneira positiva. O espírito natalício espalha-se pela maior parte das pessoas mas isso não significa que seja apenas nesta altura do ano que devamos agradecer às pessoas, ser bondosos para com todos e afins. Mas dada a situação gostava de, novamente, fazer algumas referências a pessoas que o merecem. E essas são:

 

A minha família. Apesar de todas as complicações existentes nestes laços, a verdade é que não dispensava da minha família por nada. A eles devo muito. Não há muito mais que possoa dizer sem ser que sei que posso sempre contar com eles para tudo.

 

A M. Aqui vou alongar um pouco mais a coisa. Entrámos juntas no ano de 2010 e, apesar de não ter sido um ano famoso, também teve os seus excelentes momentos, especialmente todas as férias que passámos juntas. Cometi muita burrice, meti muitas vezes a pata na poça e já sofremos muito. Mas, mesmo com tudo isso, ela nunca me abandonou. Se fosse outra pessoa qualquer já teria ignorado, desistido, deixado tudo à mercê, sem sequer ligar aos efeitos secundários. Mas não ela. Apesar de tudo ainda me "atura". Eu prometi a ela e a mim mesma que não iria deixar esta amizade voar com o vento nem cair. Que nunca a iria abandonar e que ela nunca me iria perder. As pequenas coisas fazem-nos ver muito mais do que o que parece e eu sei que se irá manter. Afinal de contas os amigos são para ser estimados.

 

A P. Não a vejo há mais de um ano, falamos no MSN quando ela aparece e por vezes nem é assim tanto. Nota-se um pouco o distanciamento e as suas consequências mas a verdade é que nunca irá deixar de ser uma pessoa importante para mim. Agora com o problema do PC, não falamos há dias mas mesmo com tudo isso, nunca deixaremos que nos afastemos mais e mais. Muito pelo contrário.

 

A N. e o A. Confesso que em todos os meus anos de escola, nunca tive amigos como estes dois nas turmas. Pessoas a quem eu posso fazer confidências, combinar saídas e etc. Se não fossem eles, o meu percurso académico teria sido de baixo nível, muito provavelmente. É sempre preciso alguém que nos saiba entender, dentro duma turma. Ou acreditem, vão abaixo. Mesmo com as forças de fora, dos nossos outros amigos é sempre preciso aquele empurrãozinho para aguentar firme.

 

A S. Apesar de já mal falar com ela porque, ou não está na net porque não pode, ou está e pronto. O afastamento, se calhar, era invitável. Era a ela que eu costumava apelidar de melhor amiga. As coisas mudaram porque na minha vida surgiram pessoas com quem eu partilhava mais detalhes e confidenciava mais coisas e vice versa do que com ela. Mas claro, continuará a ser das pessoas que mais confio e me dou bem.

 

E, por fim, mesmo que tentasse evitar não conseguia, o T. Desisti de o querer esquecer. Desisti. Claro que dói, a sua ausência e tudo o mais, mas contrariamente a isso, quando me sinto mais em baixo e penso nele, ouço a voz dele, o vejo sorrir, etc. sinto-me automaticamente muito melhor. E porque haveria eu de esquecer uma pessoa que, mesmo que me possa afectar pela negativa, tem tantos efeitos positivos sobre mim?

 

E aqui termino este post. Peço desculpa não postar mais mas ando meia esquecida deste blog XD

 

Merry Christmas

publicado por Mintae às 20:12
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